domingo, 11 de maio de 2014

Bonsai, a mini-árvore

O bonsai é uma árvore, arbusto ou trepadeira lenhosa que cultivada em vasos através de técnicas específicas e tamanho bem reduzido, expressa totalmente a beleza e o volume da planta em seu porte original inclusive com floração e frutos.
A diferença entre o bonsai e as demais plantas de vaso é que, enquanto essas são em geral espécies cujas flores ou folhas nos dão o motivo de apreciação da planta, no bonsai o que conta é a miniaturização. Em outras palavras, a beleza, por exemplo, de toda uma árvore reduzida a uns poucos centímetros, em perfeita harmonia com seu recipiente.
Em rigor, um bonsai deve ter entre de 30 a 60cm de altura. Mesmo assim deve manter as características exatas de uma árvore frondosa. Mais recentemente uma nova sistemática classifica os bonsais em 04 tipos: 
  • Minis = até 15cm
  • Pequenos = entre 15 e 30cm
  • Médios = 30 a 60cm
  • Grandes = maiores de 60cm
Caso você tenha se interessado por essa bela planta, se um passo-a-passo para o cultivo de um bonsai:

Antes de iniciar o plantio do bonsai, certifique-se de que a planta está bem hidratada, suportando melhor o stress do transplante.
  1. Passe um arame pelo buraco de drenagem do vaso fixando-o lá. Ele será usado para sustentar a planta no vaso enquanto ela ainda não se encontra suficientemente fixada.*
  2. Coloque uma fina camada de pedras britadas no fundo do vaso para auxiliar a drenagem, evitando tampar os buracos de drenagem.
  3. Retire a planta do vaso antigo, descartando o solo retido nas raízes. Inspecione as raízes e remova as partes mortas ou machucadas.
  4. Corte aproximadamente 2/3 do comprimento das raízes com uma tesoura limpa.Essa pode parecer uma medida drástica, mas o controle do crescimento das raízes éessencial à criação e manutenção de um bonsai. Em alguns casos, isso não é necessário.
  5. Acomode a planta no vaso, espalhando as raízes no fundo, fixando o tronco com o auxílio do arame de sustentação preso ao dreno.
  6. Complete o vaso com o substrato (meio) desejado. Dê tapas no vaso para acomodar o solo, mas não aperte muito o substrato para não compactá-lo demais. O solo deve ficar no nível da borda do vaso, e o início do tronco deve ficar exatamente nivelado com o solo.
* Nota: Prenda o tronco no arame de forma simples, pois você terá de retirá-lo quando a planta já estiver fixa, após algumas semanas.

domingo, 4 de maio de 2014

O Futuro da energia elétrica: Espinafre


Pesquisadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) conseguiram estabilizar, por pouco tempo, um aparelho eletrônico com uma fonte de energia biológica. Esta se trata de proteínas dos cloroplastos de folhas de espinafre que foram isoladas por meio de centrifugação, essas são chamadas de PSI e se assemelham a células fotoelétricas, estas que são muito utilizadas na nanotecnologia, porém são biológicas.
As PSI conseguem realizar a fotossíntese e produzir energia para o aparelho eletrônico sem água, graças a uma solução que estabiliza as proteínas e fornece hidratação suficiente para que o processo aconteça, ainda não é possível estabiliza-la por muito tempo, por isso o projeto ainda não saiu do MIT.

As folhas de espinafre foram escolhidas devido a sua grande liberação de energia para o aparelho, o seu aproveitamento chega a ser de 12% e pode ser melhorado se mais camadas de PSI forem unidas ao formar a placa alimentadora de energia. Deste modo, será possível ligar seu computador portátil a um “sanduíche de espinafre”, como apelidaram a planta cyborg, e carregar a bateria dele.

Fonte: www.sitedecuriosidades.com   

sábado, 3 de maio de 2014

Amazônia, o pulmão do mundo, ou será que não?

  Quando se diz que a Amazônia é o pulmão do mundo, logo se imagina que sua produção de oxigênio é extraordinária, sendo a maior do planeta. Todavia, essa conclusão é precipitada, pois a Amazônia não é o pulmão do mundo(sim, você foi enganado desde os tempos de primário). Na verdade, sua produção de oxigênio é, sim, absurda, porém sua necessidade por ele é muito grande, tomando grande parte de volta para realizar a sua respiração, liberando uma grande quantidade de CO2, popularmente conhecido como gás carbônico. Portanto, a liberação de O2 basicamente se anula com o consumo do mesmo, deixando uma parcela excedente de oxigênio quase nula para o meio ambiente. 
  Mesmo com todas essas novas revelações, nem tudo que você aprendeu sobre a Amazônia na escola até hoje está errado. Há um processo realizado pelas suas plantas chamado de evapotranspiração, o que seria equivalente ao fenômeno de suor dos humanos, cujo o processo leva partículas de origem biológica e de água para a atmosfera através dos ventos e da condensação. Esse fenômeno ocorre em larga escala, o que resulta em uma chuva vespertina todos os dias, servindo, assim, como um regulador climático para a região.
  A descoberta de hoje, então, é que a Amazônia está mais para um ar-condicionado do que para um pulmão. O verdadeiro pulmão da Terra são as algas marinhas, responsáveis por 55% da liberação de O2 excedente.


Fonte: Super Interessante

sábado, 26 de abril de 2014

Plantas sangram?

Existe uma árvore que "sangra".

Essa árvore é chamada de Sangue de Dragão, e a sua resina é vermelha. Assim, quando cortada, tem a aparência de que está sangrando.

fonte: hypeness

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A "inimizade" oculta entre plantas e roteadores WiFi

  Sabe aquele aparelho que irradia a "alegria" por sua casa, espalhando o sinal de internet por vários locais, demonstrando ser algo inofensivo? Pois é, não é bem assim para as plantas. Elas e os roteadores não tem uma boa química, literalmente. 
  Um grupo de cinco estudantes da Hjallerup School notaram que tinham problemas em relação a prestar atenção nas aulas, quando dormiam próximos a seus aparelhos celulares. Então, assim, a ideia de fazer um novo experimento simples, mas surpreendente, surgiu.
  A experiência consistiu em colocar seis pratos perto de um roteador, cuja radiação emitida por eles equivale a dos aparelhos celulares, todos com sementes de plantas e com determinada temperatura, luminosidade e quantidade de água. Outra meia-dúzia de pratos foi posta em um local separado, contendo as mesmas sementes, temperatura, luminosidade e quantidade de água presente.
  Após doze dias passados desde o início da experiência, o grupo resolveu observar o estado de ambas as situações em que as sementes se encontravam e constataram uma impressionante discrepância nos estados dos vegetais. O resultado mostrou que as sementes que estavam longe dos roteadores cresceram e tornaram-se um esverdeado gramado, enquanto as que estavam próximas ao aparelho murcharam, sofreram mutação e adquiriram uma coloração amarronzada, como mostrado na imagem presente no fim do texto.
  Mesmo o experimento não se tratando de um estudo profissional, as estudantes disseram que obtiveram o mesmo resultado, após realizar novamente o processo. O grupo ganhou uma quantia em dinheiro, por conta da descoberta, além de o privilégio de ter atraído a atenção de dois cientistas, Olle Johanssen e o Dr. Andrew Goldsworthy, que demonstraram interesse em reproduzir o estudo em um laboratório profissional.

sábado, 12 de abril de 2014

Plantas?

Plantas? O que são plantas?

Se você vive no planeta Terra, você já deve ter visto uma planta. Elas se tornaram uma "visão" tão normal que a maioria das pessoas nem deve parar pra pensar: espera aí, o que são exatamente essas coisinhas verdes?

Bom, de acordo com a wikipédia, o termo planta, ou vegetal, é muito mais difícil de definir do que se poderia pensar. Lineu definiu o seu reino Plantae incluindo todos os tipos de plantas "superiores", as algas e os fungos. Depois de se descobrir que nem todas eram verdes, passou-se a definir planta como qualquer ser vivo sem movimentos voluntários. Aristóteles dividia todos os seres vivos em plantas (sem capacidade motora ou órgãos sensitivos), e em animais - esta definição foi aceite durante muito tempo. No entanto, nem esta definição é muito correcta, uma vez que a sensitiva (Mimosa pudica, uma leguminosa), fecha os seus folíolos ao mínimo toque, entre outras causas, como o fim do dia solar.
 Tal reino Plantae subdivide seus integrantes em quatro categorias: angiospermas, gimnospermas, pteridófitas e briófitas. As angiospermas seriam as mais desenvolvidas, seguidas pelas gimnospermas, pteridófitas e briófitas, nessa ordem.

Plantas e dinossauros

Plantas e dinossauros, ou devo dizer, plantossauro?
Qual é a relação entre os dois?

Bom, por um fato, posso dizer que ambos são(ou eram, pois os dinossauros estão extintos!) seres vivos; ambos precisam de alimento para sobreviver; ambos possuem diversas espécies; ambos se reproduzem.
Ora, você deve estar pensando, cachorros também são assim, do mesmo modo que gatos, besouros, girafas e humanos. Então porque "plantossauro"? Obviamente, dinossauros são muito mais legais do que cachorros, gatos, besouros, girafas e humanos, dã.