Sabe aquele aparelho que irradia a "alegria" por sua casa, espalhando o sinal de internet por vários locais, demonstrando ser algo inofensivo? Pois é, não é bem assim para as plantas. Elas e os roteadores não tem uma boa química, literalmente.
Um grupo de cinco estudantes da Hjallerup School notaram que tinham problemas em relação a prestar atenção nas aulas, quando dormiam próximos a seus aparelhos celulares. Então, assim, a ideia de fazer um novo experimento simples, mas surpreendente, surgiu.
A experiência consistiu em colocar seis pratos perto de um roteador, cuja radiação emitida por eles equivale a dos aparelhos celulares, todos com sementes de plantas e com determinada temperatura, luminosidade e quantidade de água. Outra meia-dúzia de pratos foi posta em um local separado, contendo as mesmas sementes, temperatura, luminosidade e quantidade de água presente.
Após doze dias passados desde o início da experiência, o grupo resolveu observar o estado de ambas as situações em que as sementes se encontravam e constataram uma impressionante discrepância nos estados dos vegetais. O resultado mostrou que as sementes que estavam longe dos roteadores cresceram e tornaram-se um esverdeado gramado, enquanto as que estavam próximas ao aparelho murcharam, sofreram mutação e adquiriram uma coloração amarronzada, como mostrado na imagem presente no fim do texto.
Mesmo o experimento não se tratando de um estudo profissional, as estudantes disseram que obtiveram o mesmo resultado, após realizar novamente o processo. O grupo ganhou uma quantia em dinheiro, por conta da descoberta, além de o privilégio de ter atraído a atenção de dois cientistas, Olle Johanssen e o Dr. Andrew Goldsworthy, que demonstraram interesse em reproduzir o estudo em um laboratório profissional.
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